Letícia LoureiroNutri · Educadora em Diabetes
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Atendimento online e presencial · Brasil

Nutrição para quem vive o diabetes na pele.

Desde o diagnóstico, sua relação com a comida virou um campo minado de culpa e medo? Eu te mostro como controlar a glicemia, comer o que ama e viver com leveza — sem terrorismo nutricional.

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Somente particular · não atendemos convênio

Letícia Loureiro, nutricionista e educadora em diabetes, segurando um livro sobre diabetes
+5 anoscuidando de pessoas com diabetes
Especialista em educação em diabetes
pela SBD / IDF
+5
anos de experiência
exclusiva com diabetes
Também convive com diabetes
cuidado de quem entende de verdade
Letícia em sua mesa, cercada por glicosímetros, canetas de insulina e bomba
Letícia aplicando insulina, com sensor de glicose no braço
Oi, eu sou a Letícia

Eu tenho diabetes desde os 14 anos. Sei exatamente como é a culpa ao comer, o medo da glicemia e o cansaço de cuidar sozinha.

Carregar sensor, bomba, glicosímetro — e ainda assim se sentir insegura. Eu vivi isso. Mas também descobri que dá pra viver com leveza, prazer e liberdade.

Foi por isso que me tornei nutricionista especializada em educação em diabetes: para te mostrar um caminho de autonomia, segurança e equilíbrio. Cuidado de quem está do mesmo lado que você.

Letícia Loureiro
NUTRICIONISTA CLÍNICA · CRN9 23739
Quem controla é você, não o diabetes

No meu acompanhamento, você aprende a ter o controle de volta

Com empatia, sem terrorismo nutricional e respeitando a sua realidade — porque viver com diabetes não pode ser um castigo.

Interpretar sua glicemia com segurança

Entenda o que os números dizem e o que fazer com eles, sem ansiedade.

Planejar refeições sem cortar o que você ama

Um plano que cabe na sua rotina e mantém os alimentos que te dão prazer.

Comer fora com liberdade e responsabilidade

Restaurante, festa, viagem — estratégias reais para qualquer situação.

Praticar atividade física sem medo de hipoglicemias

Treine com confiança, sabendo se preparar e se proteger.

Cuidar do seu corpo e da sua saúde com mais confiança

Construir uma relação leve, possível e prazerosa com a comida — todos os dias, de forma sustentável.

Quero retomar o controle
Como funciona

Um acompanhamento completo, do seu lado em cada passo

Online ou presencial — você escolhe. Estrutura pensada para gerar resultado de verdade e autonomia que fica.

3 ou 6 mesesde jornada estruturada e contínua
Consultas de até 2 horastempo real para te ouvir e ajustar
Suporte contínuoajustes quinzenais e WhatsApp aberto

O que você recebe

Tudo incluído no seu acompanhamento

  • Plano alimentar 100% personalizado
  • Suplementação individualizada
  • Check-ins quinzenais de acompanhamento
  • Suporte contínuo pelo WhatsApp
  • Plataforma com treinos para fazer em casa
  • Ebooks educativos e de receitas saudáveis
Letícia Loureiro sorrindo em seu consultório, durante atendimento
Por que escolher a Letícia

Conhecimento técnico + a vivência de quem passou por isso

Especialista em educação em diabetes pela SBD / IDF

Formação reconhecida pelas principais sociedades da área.

Nutricionista comportamental

Mudança de hábitos que respeita a sua mente, não só o prato.

Mais de 5 anos com pessoas com diabetes

Experiência clínica focada exclusivamente em quem vive com diabetes.

Atendimento empático, prático e individualizado

Nada de dieta genérica: o plano é construído para a sua vida real.

Também convive com diabetes

Quem te orienta entende, de verdade, o que você sente todos os dias.

Resultados conquistados

O que muda quando o controle volta para as suas mãos

Controle efetivo da glicemia

Redução de crises de hipoglicemia

Perda de peso ou ganho de massa

Mais confiança no dia a dia

O que dizem os pacientes

Histórias de quem retomou o controle

Avaliações reais de pacientes no Google — pessoas que voltaram a comer com leveza, segurança e autonomia.

Google

“Melhor nutricionista que esse mundo já teve. Me ajudou no controle da glicemia, no ganho de massa magra e com uma dieta muito bem estruturada.”

Guilherme Reis França
Guilherme Reis FrançaDiabetes tipo 1 · 6 meses de acompanhamento
Google

“Fui muito bem atendida — a Letícia é delicada e competente. Tive êxito na manutenção da glicose e aprendi a combinar alimentos, receitas e suplementos. Recomendo como educadora em diabetes.”

Vacy
VacyDiabetes tipo 2 · 6 meses de acompanhamento
Google

“Sou diabética tipo 1 há mais de 20 anos e, até hoje, a considero a nutricionista mais capacitada para o acompanhamento de pacientes diabéticos.”

S
Sara FariaDiabetes tipo 1 · 1 ano de acompanhamento
Google

“Me ensinou coisas que eu nem imaginava sobre como o corpo absorve cada alimento. Hoje tenho muito mais autonomia. Indico de olhos fechados!”

Thamires Miasso
Thamires MiassoDiabetes tipo 1 · 1 ano de acompanhamento
Google

“Excelente. Atenciosa, técnica e fala a nossa língua. Me ajudou e me acalmou. Super indico.”

Alexandre Sattos
Alexandre SattosPré-diabetes · 1 ano de acompanhamento
Google

“Estava com pré-diabetes e a doutora Letícia me tirou dela. Hoje sigo melhorando minha saúde cada vez mais. Gratidão!”

F
Felipe CarvalhoPré-diabetes · 2 anos de acompanhamento
Blog · Conteúdo que cuida

Aprenda a viver melhor com diabetes

Artigos práticos e sem terrorismo nutricional, escritos por quem entende — e vive — o diabetes.

Alimentação

Como controlar a glicemia sem cortar o que você ama

6 min de leiturapor Letícia Loureiro

Logo no diagnóstico, muita gente ouve a mesma frase: “agora você não pode mais comer isso”. O resultado é uma relação de medo e culpa com a comida — que raramente se sustenta. A boa notícia é que controlar a glicemia não significa cortar tudo o que você gosta. Significa aprender a comer com estratégia.

Por que proibir tudo não funciona

Dietas baseadas em proibição costumam falhar por dois motivos: são insustentáveis no dia a dia e geram compulsão. Quando um alimento vira “proibido”, ele ganha um peso emocional enorme — e o ciclo de restrição e exagero se repete, prejudicando ainda mais o controle glicêmico.

O caminho que funciona a longo prazo é outro: entender como cada alimento age no seu corpo e usar isso a seu favor.

O segredo está na combinação, não na proibição

Um carboidrato sozinho eleva a glicose mais rápido. Mas quando você o combina com fibras, proteínas e gorduras boas, a absorção fica mais lenta e o pico de glicose é menor. Na prática:

  • Adicione fibras: verduras, legumes e cascas ajudam a segurar a glicose.
  • Inclua proteína: ovo, frango, peixe ou leguminosas em toda refeição.
  • Use gorduras boas: azeite, abacate e castanhas prolongam a saciedade.
  • Prefira a versão integral: do arroz ao pão, a diferença na resposta glicêmica é real.

Estratégias práticas para o dia a dia

  • Comece o prato pelas verduras e proteínas, deixando o carboidrato para o fim.
  • Não pule refeições — isso evita a fome extrema que leva ao exagero.
  • Tenha lanches equilibrados à mão (uma fruta com castanhas, por exemplo).
  • Beba água ao longo do dia; a hidratação também influencia a glicemia.

E aquele docinho?

Pode, sim — com contexto. Um doce após uma refeição completa impacta a glicose de forma diferente do mesmo doce comido em jejum. O objetivo não é a perfeição, e sim a consistência e a liberdade com responsabilidade. É exatamente isso que eu construo, junto com cada paciente, no acompanhamento.

Quer um plano feito para a sua vida?

Agende sua Sessão de Alinhamento Glicêmico gratuita e descubra como comer com prazer mantendo a glicose no controle.

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Letícia LoureiroNutricionista clínica e educadora em diabetes · CRN 23739
Segurança

Hipoglicemia: o que fazer na hora e como prevenir

5 min de leiturapor Letícia Loureiro

A hipoglicemia — quando a glicose no sangue cai abaixo de 70 mg/dL — é um dos maiores medos de quem vive com diabetes. Saber reconhecer os sinais e agir rápido traz mais segurança e tranquilidade para o seu dia a dia.

Como reconhecer os sinais

Os sintomas podem aparecer de repente. Os mais comuns são:

  • Tremores, suor frio e batimentos acelerados
  • Fome súbita e intensa
  • Tontura, fraqueza ou visão embaçada
  • Irritabilidade, confusão ou dificuldade de concentração

Com o tempo, cada pessoa aprende a identificar seus próprios sinais — e isso é parte do que ensino no acompanhamento.

A regra dos 15: o que fazer na hora

Ao sentir os sintomas (ou medir e confirmar a queda), siga este passo a passo:

  • 1. Consuma 15 g de carboidrato rápido: meio copo de suco ou refrigerante comum, 1 colher de sopa de mel ou 3 a 4 balas.
  • 2. Espere 15 minutos sem comer mais nada.
  • 3. Meça de novo: se ainda estiver baixa, repita a dose.
  • 4. Estabilizou? Faça um lanche com proteína e fibra para não cair de novo.

Como prevenir as quedas

  • Não pule refeições e respeite os horários do seu plano alimentar.
  • Ajuste a alimentação quando for praticar atividade física.
  • Tenha sempre um carboidrato rápido na bolsa, no carro e na mesa de trabalho.
  • Cuidado redobrado com bebida alcoólica, que pode causar quedas tardias.

Quando procurar ajuda

Hipoglicemias frequentes não são “normais” — são um sinal de que o seu plano precisa de ajustes. Se elas se repetem, vale rever alimentação e rotina com acompanhamento profissional. Em casos graves, com desmaio ou convulsão, procure atendimento de emergência.

Cansada de viver com medo das quedas?

No acompanhamento, ajustamos sua rotina para reduzir as hipoglicemias e devolver a sua segurança. Vamos conversar?

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Letícia LoureiroNutricionista clínica e educadora em diabetes · CRN 23739
Nutrição

Índice glicêmico: como combinar alimentos e evitar picos

6 min de leiturapor Letícia Loureiro

Você já reparou que dois alimentos com a mesma quantidade de carboidrato podem afetar a glicose de formas bem diferentes? A explicação está no índice glicêmico (IG) — e entendê-lo é uma das ferramentas mais úteis para quem quer estabilizar a glicemia.

O que é índice glicêmico

O IG mede a velocidade com que um alimento eleva a glicose no sangue. Quanto mais alto, mais rápido o açúcar sobe. Mas atenção: IG não é sinônimo de “proibido” — é uma informação para você combinar melhor as refeições.

Alto, médio e baixo: alguns exemplos

  • Alto IG: pão branco, batata, arroz branco, açúcar e sucos.
  • Médio IG: arroz integral, banana, milho, aveia.
  • Baixo IG: feijão, lentilha, maçã, iogurte natural, a maioria dos vegetais.

A combinação que evita o pico

O segredo não é eliminar os alimentos de alto IG, e sim desacelerar a absorção combinando-os com:

  • Fibras — vegetais, leguminosas e grãos integrais.
  • Proteínas — ovo, carnes magras, queijos, leguminosas.
  • Gorduras boas — azeite, abacate, castanhas e sementes.

Assim, um carboidrato de IG mais alto entra no corpo de forma mais gradual, reduzindo o pico de glicose.

A ordem dos alimentos também importa

Estudos mostram que comer primeiro as fibras e proteínas, e deixar o carboidrato por último, ajuda a reduzir a elevação da glicose após a refeição. Uma mudança simples, com efeito real no seu dia a dia.

Não existe fórmula única: o ideal é um plano que respeite a sua rotina, seus gostos e a sua realidade — e é isso que construímos juntas no acompanhamento.

Quer aprender a montar seus pratos?

Agende sua Sessão de Alinhamento Glicêmico gratuita e dê o primeiro passo rumo a mais autonomia e equilíbrio.

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Letícia LoureiroNutricionista clínica e educadora em diabetes · CRN 23739
Entenda

Tipo 1, tipo 2 e pré-diabetes: quais as diferenças?

6 min de leiturapor Letícia Loureiro

“Diabetes” é uma palavra só, mas não uma condição só. Tipo 1, tipo 2 e pré-diabetes têm causas, tratamentos e cuidados diferentes — e entender essas diferenças ajuda você a cuidar melhor da sua saúde. O ponto em comum entre todos é a glicose elevada no sangue; o que muda é o porquê.

Diabetes tipo 1

É uma doença autoimune: o sistema imunológico ataca as células do pâncreas que produzem insulina. Com isso, o corpo deixa de produzir o hormônio e passa a depender de insulina externa para viver.

  • Costuma surgir na infância ou adolescência, mas pode aparecer em qualquer idade.
  • Não tem relação com hábitos de vida — não é “culpa” de ninguém.
  • O tratamento envolve insulina, contagem de carboidratos e monitoramento da glicose.

Diabetes tipo 2

Aqui o corpo ainda produz insulina, mas não consegue usá-la bem — é a chamada resistência à insulina. Com o tempo, a produção também pode cair. É o tipo mais comum.

  • Envolve fatores genéticos somados a estilo de vida e histórico familiar.
  • Costuma se desenvolver de forma silenciosa, ao longo dos anos.
  • Alimentação, atividade física e, quando necessário, medicação fazem grande diferença no controle.

E o pré-diabetes?

O pré-diabetes é quando a glicose já está acima do normal, mas ainda não no patamar do diabetes tipo 2. É um sinal de alerta — e uma janela de oportunidade.

  • Na maioria dos casos, não dá sintomas; é descoberto em exames de rotina.
  • Com mudanças na alimentação e na rotina, muitas vezes é possível reverter o quadro e evitar a progressão para o tipo 2.
  • Quanto antes você agir, mais simples e eficaz é o cuidado.

O que todos têm em comum

Independentemente do tipo, a nutrição é peça central: ela ajuda a controlar a glicose, prevenir complicações e — tão importante quanto — a viver com leveza e sem medo da comida. O plano, porém, precisa ser individualizado, porque cada tipo (e cada pessoa) tem necessidades próprias.

Não sabe por onde começar?

Seja tipo 1, tipo 2 ou pré-diabetes, eu te ajudo a montar um caminho que cabe na sua vida. Agende sua Sessão de Alinhamento Glicêmico gratuita.

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Letícia LoureiroNutricionista clínica e educadora em diabetes · CRN 23739
Dá pra viver bem com diabetes

E você pode começar agora.

Escolha viver com leveza, segurança e autonomia. Agende sua Sessão de Alinhamento Glicêmico e entenda, sem compromisso, como posso te ajudar.

Sessão de Alinhamento Glicêmico — gratuita
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Quem controla a sua vida é você — e não o diabetes.

Dúvidas frequentes

Antes de agendar, talvez você queira saber

Os dois. Você escolhe o formato que cabe na sua rotina — o acompanhamento online tem exatamente a mesma estrutura, suporte e resultado do presencial.

Não. O atendimento é somente particular. Isso garante consultas longas (de até 2 horas), suporte contínuo e um cuidado realmente individualizado, que o modelo de convênio não permite.

Não. Esse é justamente o coração do meu trabalho: te ensinar a comer o que ama com segurança. Nada de terrorismo nutricional — construímos uma relação leve, possível e prazerosa com a comida.

Atendo pessoas que vivem com diabetes em suas diferentes formas. Na sua Sessão de Alinhamento Glicêmico gratuita avaliamos o seu caso e como o acompanhamento se adapta a você.

São planos de 3 ou 6 meses, com consultas de até 2 horas, ajustes quinzenais e suporte contínuo pelo WhatsApp — tempo suficiente para gerar resultado de verdade e autonomia que permanece.

É uma conversa inicial, gratuita e sem compromisso, para entender o seu momento, seus desafios e mostrar como o acompanhamento pode te ajudar. Você sai dela com clareza — decidindo seguir ou não.

Letícia Loureiro — Nutricionista

Nutrição clínica e educação em diabetes com empatia, técnica e a vivência de quem também convive com a condição.

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